domingo, 2 de março de 2008

quarta-feira, 1 de agosto de 2007

Resgate da dignidade brasileira

Ela era uma menina bóia-fria, que trabalhava com o pai na lavoura, em trabalhos pesados para qualquer ser humano, ainda mais para ela, com seus 10 anos. Um dia se cansou, resolveu procurar outros destinos. Entrou para um convento, acreditando que poderia fugir daqueles tormentos cotidianos.
Uma manhã um padre convidou-a a acompanhá-lo, porque ele ia rezar uma missa em um lugar muito especial. Ela se vestiu, se arrumou e seguiu o padre. Era um acampamento dos trabalhadores sem-terra. A menina se encantou com aquela gente, com aquela vida, com suas escolas, seu trabalho, sua luta. Nem acompanhou o padre de volta ao convento. Ficou ali mesmo.
Ficou e tornou-se uma sem-terra. Ou melhor, uma participante da luta dos trabalhadores sem-terra pela terra para todos, pela escola, pelo resgate da sua identidade, da sua cultura, da sua dignidade. Ela ficou, passou a estudar, a trabalhar e participar da luta deles.
Depois de seguir os estudos básicos, ela prestou vestibular e passou a fazer o curso de direito. Casou-se com um trabalhador sem terra, os dois têm uma linda filhinha. Um dia eu a encontrei em um aeroporto internacional do Brasil, retornando da Europa, onde tinha ido, muito orgulhosa, representar o MST.
É um dos tantos casos de resgate da dignidade de brasileiros feita pela luta dos trabalhadores sem-terra. E, no entanto, eles costumam ser tratados pela mídia como se fossem portadores de violência e não vítimas, portadores do caos e não da esperança, de arbitrariedade e não de escolaridade. São criminalizados, quando deveriam ser reconhecidos, exaltados e receber a gratidão da sociedade e do Estado brasileiros, por terem resgatado da miséria, do abandono, da ignorância a centena de milhares de pessoas.
Pessoas que morreriam anonimamente, no abandono, sem terra, sem dignidade, sem esperança, encontram no movimento o espaço para se transformarem em cidadãos — uma condição que lhes foi negada durante séculos pelo Estado e pelas elites dominantes. São pessoas como aquela menina, como milhões que ainda sobrevivem na penúria, submetidos à violência e à arbitrariedade do poder dos grandes proprietários de terras e, mais recentemente, das grandes empresas exportadoras.
Muitos são pessoas que fugiriam desse inferno para vir sobreviver pessimamente na periferia das grandes metrópoles brasileiras, abandonadas, marginalizadas, discriminadas. Mas que encontram nos acampamentos um lugar para trabalhar, para estudar, para viver dignamente.
Pode-se dizer que esse movimento contribui para a humanização dos brasileiros pobres do campo como nenhuma outra instituição, estatal ou não, já fez. Deve ter o reconhecimento de ter trazido o surdo conflito social para a superfície, de forma organizada, consciente. De ter trazido para a cidadania a milhões de brasileiros, de crianças, de mulheres, de idosos, que começaram a poder ler, a poder entender as raízes das injustiças que sofreram dezenas de milhões de brasileiros desde que fomos invadidos pelos colonizadores, há mais de cinco séculos.

sexta-feira, 13 de julho de 2007

Viver é show fantástico



Você pode ter defeitos, viver ansioso, chorar e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é o maior tesouro do mundo.
Lembre-se sempre de que ser feliz não é ter um céu sempre azul, caminhos sem obstáculos, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções.
Ser feliz É encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor mesmo nos desencontros.
Ser feliz Não é apenas valorizar o sorriso a alegria, mas também refletir sobre a tristeza.
Não é apenas comemorar as vitórias, mas aprender lições nos fracassos.
Não é apenas alegrar-se como os aplausos, mas encontrar alegria na escuridão.
Ser feliz É reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões nos períodos de crise basta saber aproveitar.
Ser feliz Não é uma sorte do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu eu interior.
Ser feliz É deixar de ser vítima ou réu nos problemas, é se tornar o autor da própria história.
Ser feliz É atravessar desertos, ser capaz de encontrar um oásis escondido em sua alma.
É agradecer a cada manhã pela vida.
Ser feliz É não ter medo dos próprios sentimentos e saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um... "Não".
Ser Feliz É saber receber com segurança uma crítica, mesmo que seja injusta.
É beijar os filhos, é ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem.
É deixar viver a criança que cada um tem dentro de si.
Ser feliz É saber admitir quando errou e dizer "Eu errei".
É ser o primeiro a dizer "Me perdoe”
É ter sensibilidade para expressar
"O que você tem mais de profundo no coração".
É ter capacidade de dizer sem medo "Eu te amo".
Faça da sua vida um canteiro de oportunidades.
Que nas suas primaveras você seja amante da alegria.
Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria.
E finalmente Quando você desviar do caminho, comece tudo de novo.
Pois assim você terá cada vez mais amor pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita.
Mas saber usar suas lágrimas para irrigar a tolerância.
Saber usar suas perdas para polir a paciência.
Saber usar suas falhas para construir a serenidade.
Saber usar os obstáculos para abrir as janelas da sabedoria.
Não desista nunca de si mesmo.
Não esqueça nunca as pessoas que te amam.
Não desista nunca de quem te ama.
Não desista nunca de ser feliz, pois...A VIDA É UM SHOW FANTÁSTICO

O Vendedor de balões


Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse. Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões. Havia ali perto um menino negro. Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões. Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco. Todos foram subindo até sumirem de vista. O menino, de olhar atento, seguia a cada um. Ficava imaginando mil coisas... Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto. Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou: - Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros? O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse: - Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir. Anthony de Mello.

terça-feira, 10 de julho de 2007

O mundo inteiro está cheio de pessoas। Há pessoas caladas que precisam de alguém para conversar। Há pessoas tristes que precisam de alguém que as conforte।Há pessoas tímidas que precisam de alguém que as ajude vencer a timidez। Há pessoas sozinhas que precisam de alguém para brincar। Há pessoas com medo que precisam de alguém para lhes dar a mão। Há pessoas fortes que precisam de alguém que as faça pensar na melhor maneira de usarem a sua força। Há pessoas habilidosas que precisam de alguém para ajudar a descobrir a melhor maneira de usarem a sua habilidade। Há pessoas que julgam que não sabem fazer nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir o quanto sabem fazer. Há pessoas apressadas que precisam de alguém para lhes mostrar tudo o que não tem tempo para ver. Há pessoas impulsivas que precisam de alguém que as ajude a não magoar os outros. Há pessoas que se sentem de fora e precisam de alguém que lhes mostre o caminho de entrada. Há pessoas que dizem que não servem para nada e precisam de alguém que as ajude a descobrir como são importantes. Precisam de alguém Talvez de ti ...
Autor - Desconhecido

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Nunca Pare de Sonhar

Havia no alto de uma montanha três árvores. Elas sonhavam com o que iriam ser depois de grandes. A primeira, olhando as estrelas disse: eu quero ser o baú mais precioso do mundo e viver cheia de tesouros. A segunda, olhando um riacho suspirou: eu quero ser um navio bem grande para transportar reis e rainhas. A terceira olhou para o vale e disse: quero crescer e ficar aqui no alto da montanha; quero crescer tanto que as pessoas ao olharem para mim, levantem os olhos e pensem em Deus.
Muitos anos se passaram, as árvores cresceram. Surgiram três lenhadores que, sem saber do sonho das árvores, cortaram as três. A primeira árvore acabou se transformando num cocho de animais, coberto de feno. A segunda virou um barco de pesca transportando pessoas e peixes todos os dias. A terceira foi cortada em vigas e deixada num depósito. Desiludidas as três árvores lamentaram os seus destinos.
Mas, numa certa noite, com o céu cheio de estrelas, uma jovem mulher colocou o seu bebê recém-nascido naquele cocho. De repente, a árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo. A segunda, certo dia, transportou um homem que acabou por dormir no barco. E, quando uma tempestade quase afundou o barco, o homem levantou-se e disse PAZ!! E, imediatamente, as águas se acalmaram. E a árvore transformada em barco entendeu que transportava o rei dos céus e da terra.
Tempos mais tarde, numa Sexta-feira, a árvore espantou-se quando as vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela. A árvore sentiu-se horrível vendo o sofrimento daquele homem. Mas logo entendeu que aquele homem salvou a humanidade e as pessoas logo se lembrariam de Deus ao olharem para a cruz.
O exemplo das árvores é um sinal de que é preciso sonhar e ter fé. SEMPRE !!!
Não importa o tamanho dos sonhos que você tenha, sonhe muito e sempre. Mesmo que seus sonhos não se realizem exatamente como você desejou, saiba que eles se concretizarão da maneira que Deus entendeu ser a melhor para você.
"Uma nuvem não sabe por que se move em tal direção e em tal velocidade. Sente apenas um impulso que a conduz para esta ou aquela direção. Mas o céu sabe os motivos e os desenhos por trás de todas as nuvens, e você também saberá, quando se erguer o suficiente para ver além dos horizontes."
(Richard Bach)
Powered By Blogger